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14 de maio de 2009 Marli lembrou que o movimento passou por uma fase de reestruturação em 2007, quando Cristiane assumiu a presidência do PTB Mulher, mas que a história começou muito antes, no Rio Grande do Sul, há muitos anos: "Sérgio Zambiasi, então deputado estadual, lançou um desafio ao chamado Movimento Petebista Feminino: lançar frentes de trabalho para eleger a primeira senadora do RS, Emília Fernandes. Ele não sabia que entregar um desafio para uma mulher é pedir para levar e ela foi eleita". A petebista lembrou que após as eleições, o movimento tinha 427 diretórios no Estado. Durante a realização de um Encontro Estadual do partido, que contou com a presença do presidente nacional, foram levados diversos ônibus ocupados apenas por mulheres, uniformizadas com camisetas, que marcaram presença maciça no evento. Na camiseta estava escrito apenas PTB Mulher, que foi adotado como o novo nome, juntamente com a sugestão de levar o movimento para o âmbito nacional. Marli Iglesias disse ainda que em sua primeira reunião nacional, realizada em Brasília, participaram 14 estados, quando a presidência foi passada para a senadora Regina Assumpção, de Minas Gerais. Após um breve período, o movimento perdeu força, e as mulheres foram procurar o então presidente nacional, José Carlos Martinez, para que pudessem reativar o PTB Mulher. O mesmo autorizou a realização de uma convenção, onde foram eleitos novos diretórios e comissões, e onde Marli Iglesias reassumiu a presidência, posteriormente passada para a deputada Edna Macedo. Após outro período de inatividade, a vereadora Cristiane Brasil assumiu a presidência do movimento. Atualmente, com exceção dos Estados do Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, onde o PTB Mulher não parou de funcionar, todos os outros Estados estão em processo de reconstrução. Ao finalizar seu discurso, a petebista afirmou: "Sejamos fiéis partidariamente, mas antes disso, sejamos fiés entre nós mesmas. O momento é de vocês. E não parem, pois não podemos dar o lugar, este lugar é nosso". Fonte: Agência Trabalhista de Notícias |
